Bancada parlamentar do MPD elegeu a corrupção como objecto de uma declaração politica, verbalizada por Armindo da Luz

06 de janeiro de 2021

Armindo da Luz, deputado do MpD
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Nesta primeira sessão de 2021, depois de enumerar os males da corrupção, o deputado afirma haver casos de má memória, registados durante a vigência dos vários governos do PAICV (áudio das declarações, em baixo).

 

Armindo da Luz falou também do programa Casa para Todos, cujo financiamento de 200 milhões de Euros, sublinhou, serviu para a construção de obras que nada têm a ver com o fim do projecto.

O tão propalado Fundo do Turismo foi, igualmente, referido pelo deputado do MPD como sendo um projecto que, em nada, contribuiu para melhoria das condições de vida das pessoas.

Um conjunto de más práticas que, no entender de Armindo da Luz, foi combatido com um novo modelo de governação, proposto por Ulisses Correia e Silva.

Em reacção, o líder da bancada do PAICV considerou que a declaração política do MPD marca o arranque da campanha para as eleições legislativas deste ano, mas que não é disso que o país precisa, diz Rui Semedo.

Da bancada que sustenta o governo, a defesa da declaração política veio pela voz de Joana Rosa, que desafiou o PAICV a mostrar aos cabo-verdianos um único caso de corrupção que envolve o MPD.

A UCID, por seu lado, vê a corrupção como um mal social. Por isso, defende António Monteiro, os governos devem esforçar-se por combatê-la, sem reservas.

 

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Carlos Moniz - RCV

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