Caso César de Paço não se resolve com a simples demissão do ministro, considera vice-presidente do PAICV

14 de janeiro de 2021

Rui Semedo, vice-presidente do PAICV. [foto: Facebook PAICV]
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O caso do cônsul honorário de Cabo Verde no estado norte-americano de Florida, César de Paço, não se resolve  com a simples demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares.

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, tem de assumir as consequências e vir a terreiro explicar-se, defende o vice-presidente do PAICV, Rui Semedo.

Com esta nomeação, denúncia Rui Semedo, Cabo Verde fica ligado à promoção da extrema direita internacional, envergonhando a própria democracia.

Sendo defensor de ideologia da extrema direita, qual seria o comportamento do cônsul de Cabo Vede na Florida perante possíveis casos de deportação de cidadãos cabo-verdianos dos Estados Unidos, pergunta Rui Semedo.

Não está posta de lado a hipótese de os deputados do PAICV chamar o chefe do Governo ao parlamento para dar mais explicações sobre o  caso, que, admite o vice-presidente do PAICV, está colocar o país no centro de  um escândalo de contornos imprevisíveis nas relações com outros países.

Reportagem RCV


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