Estado de Calamidade: cenário que volta a condicionar a retoma da dinâmica económica de São Vicente

16 de janeiro de 2021

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Desde das zero horas de hoje vigora na ilha de São Vicente o Estado de Calamidade. Uma decisão tomada pelas autoridades do país no sentido de conter a pandemia por Covid-19.

Ontem, na véspera da entrada em vigor dessa medida, a ilha de São Vicente registou 3 óbitos por sars-cov2, 92 novos casos de infeção, detetados num universo de 439 tetes realizados, o que eleva para 266 casos ativos no município.

Através do Boletim Oficial, o Governo acaba de anunciar a derrogação de regras sanitárias que estiveram em vigor, de março a esta parte, flexibilizando algumas restrições atinentes aos horários e forma de funcionamento sobre tudo de espaços ligados a restauração, diversão noturna, atividades desportivas e culturais. Abrandamentos que, de forma global, não abrangem a ilha de São Vicente.

Um cenário que volta a condicionar a retoma da dinâmica da ilha, entendida pelo Presidente da Câmara de Comércio de Barlavento como um mal inevitável, quando em causa está a saúde.

Por São Vicente viver neste momento uma situação particular, no contexto nacional, Jorge Pimenta Maurício espera que o Governo estabeleça medidas diferenciadas de apoio às empresas e de manutenção dos empregos na ilha.

O Presidente da Câmara de Comércio da região norte, está certo que com o apoio de Governo, será possível manter estável a taxa de emprego na ilha, para o benefício das unidades económica das famílias.

Garante o Presidente da Câmara de Comércio de Barlavento que a agremiação está já a preparar propostas que irá apresentar ao Governo, o mais tardar, na próxima semana.

Reportagem RCV com jornalista JP Santos


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