Primeiro-ministro considera Vinci Airports parceira estratégica e escuda-se na lei para justificar a adjudicação direta

13 de maio de 2022

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Ulisses Correia e Silva reagiu, hoje, à escolha da empresa francesa, Vinci, para gerir os aeroportos do país. O chefe do governo cabo-verdiano estranha a surpresa manifestada pela oposição ao anúncio da escolha da empresa francesa para gerir os aeroportos e aeródromos do país; Até porque, a concessão aeroportuária está no programa do governo desde 2016 - e 2021 -, tendo o governo escolhido um parceiro estratégico de referência internacional, que agrega valor ao país.

Garante o Primeiro-ministro que em todo o processo, Cabo Verde teve assistência técnica especializada, pelo que reitera ter sido uma boa opção avançar-se pelo ajuste direto e não realização do concurso. Correia e Silva justificou a escolha do governo  como sendo uma medida legal, referindo que a adjudicação direta como uma opção e em nome da defesa dos interesses nacionais.

Questionado sobre o anúncio da empresa portuguesa Cimpor, que comercializa cimento e outros agregados, que vai investir 48 milhões de euros em Cabo Verde, reagiu dizendo não ter muita informação a respeito que os investimentos são sempre bem vindos


RTC Multimédia, com a TCV

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